Sentença reconhece prescrição em caso de contaminação do solo em Ulianópolis

lixo-toxico-270Publicado em 21 de fevereiro de 2017 

Em decisão publicada hoje, dia 21.02.2017, no DJE do Pará, o Juiz de Direito Substituto da Vara Única de Ulianópolis, Dr. Andre dos Santos Canto, reconheceu a prescrição dos crimes previstos nos artigos 54, § 2º, I, II, III e V e § 3º c/c 56, § 1º, I e II da Lei 9605/1998 (causar poluição e transporte de substâncias tóxicas) e extinguiu a punibilidade da ré, em ação penal movida pelo Ministério Público Estadual contra empresa química — defendida pelo Milaré Advogados —, que supostamente teria encaminhado seus resíduos para a área da Companhia Brasileira de Bauxita- CBB, localizada no município de Ulianópolis, Estado do Pará, entre os anos de 1999 e 2002 (Ação Penal nº 01482014320158140130).

Ecocídio agora é considerado crime contra a Humanidade

Ecocidio-270Publicado em 13 de fevereiro de 2017 

O Tribunal Penal Internacional (TPI) decidiu, no final de 2016, reconhecer o “ecocídio’ (termo que designa a destruição em larga escala do meio ambiente) como ‘crime contra a Humanidade’. O novo delito, de âmbito mundial, vem ganhando adeptos na seara do Direito Penal Internacional e entre advogados e especialistas interessados em criminalizar as agressões contra o meio ambiente. As informações são da Radio France Internationale.

Justiça Federal de São Paulo regulamenta envio de intimações pelo WhatsApp

 WhatsApp Logo 270Publicado em 22 de dezembro de 2016 

Por Diego Melo

Agora você poderá receber mensagens muito mais urgentes do que aquele “bom dia” de cada um dos seus tios no grupo da família no WhatsApp. A Coordenadoria dos Juizados Especiais Federais (JEFs) da 3ª Região (São Paulo) publicou uma resolução que regulamenta o procedimento de envio de intimações pelo aplicativo no âmbito dos JEFs ou Turmas Recursais da 3ª região.

STJ reconhece que TAC validado em transação penal exclui justa causa para ajuizamento de ACP com o mesmo objeto

 transação penal TAC 270Publicado em 25 de novembro de 2016 

Por Cinthia Magri, advogada no Milaré Advogados

O Superior Tribunal de Justiça (STJ), em recente decisão proferida no Recurso Especial nº 1.524.466-SC (2015/0073284-0) - decorrente de ACP que questionava a validade de um TAC celebrado na esfera administrativa e validado por meio de sentença homologatória de transação penal, e requeria a reparação do mesmo dano na esfera civil -, reconheceu tese defendida por Édis Milaré, em seu livro Direito do Ambiente, de que havendo solução integral da demanda ambiental a partir do "Direito Penal Reparador", por meio de ato perfeito e acabado, não há justa causa para o ajuizamento da Ação Civil Pública.